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<title>Belinda Ribeiro </title>
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<description>"Há razões que a propria razão desconhece" </description>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:51:45 +0100</pubDate>
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<title>Belinda Ribeiro </title>
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	<title>Brisa.</title>
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		<description><![CDATA[<p><font size="2">Brisa, doce brisa que trazes contigo o cheiro a recordações, tu que juntas mil folhas e destrois mil enganos. Sim , tu que corrois a muralha imaginaria entre o meu passado e o meu presente. Queria-te de volta a acareciar os meus cabelos e a refrecar o meu corpo. Perciso de um pouco mais de ti, só mais um segundo que seja para poder voltar a sorrir e a sentir a necessidade de que eu exponha outra vez aquele olhar. Basta um sinal e prometo-te fidelidade eterna e uma procura sem fim, porque tu oh brisa temperamental, fazes recuos e avanços nos meus cabelos, mas provocas eterna saudade no meu complexo interior. </font></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2009/05/26/brisa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 26 May 2009 22:10:20 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Consumida</title>
	<link>http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2009/05/17/consumida</link>
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		<description><![CDATA[<p><font size="2">Um corpo dormente, cansado faz peso sobre uma cadeira já sem cor, uma lágrima faz um percursso descontrolado pela cara, acabando por cair numa perna. A mão segura a cabeça que teima em cair. Envolvido em calor os olhos entre abertos deslumbram a lareira em que o fogo consome a madeira, pedaço a pedaço. Os pensamentos estão perdidos e baralhados, os sentimentos trocados e as convicções mudadas. Quando a tristeza invade a alma, o corpo cede e destroi o coração.</font></p>
<p><font size="2">Um estalito da lareira desperta os olhos vermelhos e já com dor visivel neles, engole, para, pensa e segue em frente. Porque o corpo parou e sentiu mas a vida nao para nem espera por ele.<br /> A vida aguenta-se sempre, mas o corpo tem um fim!</font></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2009/05/17/consumida#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 17 May 2009 21:23:04 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Onde estou? </title>
	<link>http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/07/14/onde-estou</link>
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		<description><![CDATA[<p><span style="font-size: 16pt; line-height: 115%; font-family: Boopee"><font size="2">Queria encontrar me, mas não sei onde estou, estarei entre as estrelas que brilham nas noites em que o amor se encontra entre dois olhares? Estarei no sol que aquece duas vozes revoltadas? Estarei no cruzamento da rua onde as pessoas andam mais rápidas que a luz? Estarei no meio do stress, sofrimento , alegria, diversão, disputa , inveja,<span>  </span>confusão , poluição que são as cidades enormes iluminadas de noite e preenchidas de dia? Estarei no meio do deserto quente e árduo onde se percorre quilómetros de caminhos confusos, vazios e estranhos sem um fim? Estarei na floresta verde e colorida, onde tudo e bonito e estranhamente perigoso, onde uma árvore pode ser a salvação de um ser? Estarei numa praia, em cima de uma rocha ao lado de uma estrela-do-mar a ouvir os sons do mar, as vozes dos peixes, o sofrimento das sereias, os gritos das gaivotas? Estarei noutro planeta com seres verdes, com três olhos, quatro mãos, três pernas, e duas caudas, com antenas que captam os meus pensamentos estúpidos e sem sentido? Estarei tão longe que não me possa encontrar, ou tão perto que esteja com medo de me descobrir? Estarei perto de ti ou perto de nos?</font></span></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/07/14/onde-estou#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 22:12:51 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Há momentos para tudo !</title>
	<link>http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/07/12/ha-momentos-para-tudo</link>
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		<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="2">Há momentos para tudo, a minha mãe passa me a vida a dizer isto e realmente tem razão , há momentos para chorar , há momentos para rir , há momentos para brincar , há momentos para amar , há momentos para falar . Há momentos<span>  </span>em<span>  </span>que sinto que sou má pessoa , há momentos em que me sinto bem comigo ( raros estes), há momentos que não compreendo a minha maneira de ser , há momentos em que não compreendo a maneira de ser dos outros , há momentos em que acredito , há momentos que não vivo e apenas existo. Há pequenos momentos que valem por uma vida inteira, há momentos que era melhor não terem acontecido.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="center"><font face="Calibri" size="2">Há momentos para tudo até para nascer e morrer.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="center">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="center"><font face="Calibri" size="2"> <strong><font size="3">Queres desperdiçar o teu?</font></strong></font></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/07/12/ha-momentos-para-tudo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 14:59:23 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Medo!</title>
	<link>http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/04/25/medo</link>
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		<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="2">Sabes o que é <strong>medo</strong>? EU não, só sei que não é uma fraqueza, sei que o sinto muitas vezes, vezes sem conta e de coisas muito esquisitas, tenho <strong>medo</strong> de quase tudo e de quase nada. Preciso do<strong> medo</strong> para ser pessoa, para ter sempre algo a superar. Quem diz que não tem <strong>medo</strong> está a mentir, toda a gente tem <strong>medo</strong> e não faz mal senti-lo.<br /> </font><font face="Calibri"><font size="2">Não tenho <strong>medo</strong> de viver, tenho <strong>medo</strong> da forma de viver. Não tenho <strong>medo</strong> de morrer, tenho <strong>medo</strong> da forma de morrer. Não tenho <strong>medo </strong>de fazer amigos, tenho <strong>medo</strong> de os perder. Não tenho <strong>medo</strong> de amar, tenho <strong>medo</strong> de não ser amada. Não tenho <strong>medo</strong> das pessoas, tenho <strong>medo</strong> do que elas fazem. Não tenho <strong>medo</strong> dos outros, tenho <strong>medo</strong> de mim!</font></font></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/04/25/medo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 13:43:24 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>A caixa</title>
	<link>http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/02/20/a-caixa</link>
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		<description><![CDATA[<p><font size="2">Encontrei-a finalmente, no meio da desarrumaçao que é o meu quarto, aquela caixa que me acompanha desde sempre. Há anos que nao pegava nela; nao sei se foi por medo ou por outra coisa. Será que ainda lá estavam?? «Duvido», pensei, afinal com a raiva do momento tinha as rasgado todas, tinha me passado.</font></p>
<p><font size="2">Abri...pensando apenas encontrar recordaçõesboas, por poucas que tenham sido, algo tinha de estar lá. E estava, nao desenhos e laços como pensava, mas sim aquelas fotos. Afinal njão as tinha rasgado, vi aquele rosto estampado na primeira foto com um sorriso cínico que a caracterizava. Ao lado estava ele, sorri , aquela de caracois, pequena e com um olhar feliz era eu mesmo ao lado dele, com aquele olhar doce e paternal de sempre, como ele nunca tive sse abandonado aquele momento. Sabia que havia mais , muitas mais, como posso esquecer aquele ano em que tudo se virou. Continuei a ver, e de repente apareceub aquel foto, a temida, a ultima, o olhar doce dele desparecera, o sorriso também, apenas restara uma cara triste e adoentada e com a previsão do que ia acontecer. Sabia que apartir daquela foto, nunca mais iria aparecer.</font></p>
<p><font size="2">Deitei um lagrima em seco fechei os olhos e lembrei me daquele terrivel dia, do ultimo olhar, do ultimo sorriso, da ultimo abraço, da ultima lágrima. Da afliçao , do medo, da ignoranciae da inocencia, como se nunca deixa sse aquele dia ha dez anos atrás.</font></p>
<p><font size="2">abri os olhos , continuei a ver fotos, aquele verão que eu nao comprendia como é que ela era capaz de ir conosco, sorrindo e cantando. Era como se fosse hoje , aquela brisa de verao acalmava me e fazia ame pensar que fosse por eles, eles nao tinham culpae tal como eu precisavam de alegria. Ali estavam eles, naquela foto, ele com o ar brincalhao com sempre e ela com aquele sorriso igual a mae. Finalmente tinham acabado as fotos, ams por baixo das fotos estava aquela prenda que nunca foi entrague e sei bem  porque..Aqueles jantares com ela, a importancia que ele lhe dava. Mas acho que era tempo de fechar e enterrar o passado. Fechei a caixa e voltei a abrir. tirei aquelas fotos que me prendiam como correntes ao passado, queimei as fotos nun acto de desespero. Guardei a caixa bem guardada, como joias ou segredos que nao  devem ser descobertos. Deitei me, agrarrei me á almofada e chorei , duas lagrimas salgadas, limpei os olhos e com toda a força deitei a almofada á  porta. Respirei fundo e liguei a telivisao para me destrair.... e quebrei aquele silencio com reclames parvos que passam.</font></p>
<p><font size="2">Será que enterrei o passado , ou apenas fugi dele?</font></p>
<p><a href="http://belindaribeiro.nireblog.com/post/2008/02/20/a-caixa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 14:11:55 +0100</pubDate>	</item>
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